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Ferrock Ecologia 2017


Com 31 anos de história no Distrito Federal, o Ferrock Ecologia é um dos mais antigos festivais de rock do Brasil. No dia 15 de abril, a partir das 14h, o Ferrock movimenta a cidade de Ceilândia com uma série de shows que integram a 2ª parte do evento iniciado em dezembro de 2016.

O Ferrock Ecologia chega carregado de consciência política e reúne bandas autorais que traduzem o momento histórico  atual por meio de seus trabalhos. Quem abre a programação é a Baratas de Chernobyl, formada pelo baixista Márcio Villas Boas, o guitarrista Maurício Andrade, o baterista Ney Corrêa e pelo vocalista Elvis Rutherford, que derrama suas letras repletas de verdades sobre o cotidiano humano. Na sequência, punk rock furioso carregado de protesto com a banda Vozes da Anarquia.

Baratas de Chernobyl
Baratas de Chernobyl

 

Vozes da Anarquia

Vozes da Anarquia

A Caligo, que reúne músicos de diferentes bandas locais, traz composições que navegam entre o Doom e o Stoner Metal, com influências de bandas como Black Sabbath, Cathedral, Saint Vitus e Pentagram, misturadas a poemas de Augusto dos Anjos.

Caligo

Caligo

De São Paulo, a D.E.R., provoca com o retrato da realidade da periferia paulista. Formada na década de 1990, por músicos da Extrema Zona Sul, a D.E.R. faz um tributo ao punk surgido na metrópole pós ditadura militar. A banda desembarca por aqui com o show da turnê “Rancor”, seu mais recente projeto, que acaba de ser lançado.

D.E.R

 D.E.R.

De volta à música autoral produzida no DF, a Elffus mostra seu Hard Rock já conhecido na cena local pelas performances vigorosas e cheias de energia. Com vocais rasgados e letras contundentes que falam de guerra, sexo, miséria, política e religião, a Elffus passeia pelo Blues, Heavy Metal, Punk, Funk e Thrash Metal.

Elffus

 Elffus

Plebe Rude de volta a Brasília

Quem encerra a noite é a Plebe Rude, formada por Philippe Seabra (guitarra e voz), André X (baixo), Clemente Nascimento (guitarra e voz) e Marcelo Capucci (bateria). A banda que nasceu  em Brasília está na estrada desde a década de 80, época em que a cidade revelou nacionalmente grandes talentos musicais e era considerada a capital do rock no Brasil.

 Plebe Rude

Plebe Rude

Seus temas apontam para as incertezas políticas do país, desde os estertores da ditadura até a atualidade, e para o comportamento do ser humano em meio às dificuldades da vida. A Plebe surgiu da Turma da Colina num momento em que a polícia invadia a Universidade de Brasília para bater em estudantes e professores, em que a censura proibia canções e vetava sua execução pública. Isso na área da música popular, sem contar a perseguição ao teatro e à imprensa.

Sem fazer concessões, a Plebe Rude vendeu 500 mil cópias de seus seis discos, tocou no rádio e se apresentou na televisão. Em 2011 lançaram o CD/DVD "Rachando Concreto: Ao Vivo em Brasília" com um resumo da carreira bem sucedida. Também em 2011, concorreu ao Grammy Latino de Melhor Álbum de Rock Brasileiro.

ENTRADA GRATUITA MEDIANTE A DOAÇÃO DE 1kg DE ALIMENTO NÃO PERECÍVEL.




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CENTRO CULTURAL FERROCK